Depois de anos de negociação dentro do governo federal sobre a importância do investimento em logística aérea, os Correios terão sua própria companhia aérea.
“Teremos uma participação minoritária. Seremos sócios de uma companhia aérea de carga”, diz o presidente. “Só esperamos a autorização do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Será questão de dias ou semanas”, complementa”
Pinheiro refere-se à compra de 49% da companhia Rio Linhas Aéreas, que já presta serviços de transporte de cargas e cartas para a estatal. A compra foi aprovada pelo governo mês passado, e agora só falta o aval do CADE e do Ministério da Fazenda para avançarem no contrato. “Esperamos a autorização do ministério da fazenda para termos um acordo de acionistas”.
“Vamos juntos nessa empresa (Correios + Rio) buscar atualizar a frota de aviões. Temos já conversas iniciais com a Embraer, que possui possibilidades de frotas de avião muito grandes, de grande capacidade, e é uma das empresas de ponta do setor de aviação”, ressaltou o presidente da estatal.
Na entrevista, Pinheiro lembrou que o gargalo dos Correios e o seu desafio são as questões de logística, em especial a de carga. Daí a importância da aérea própria.
Confira detalhes sobre novidades do Banco Postal, a nova aérea e a operação da “telefonia virtual” na íntegra da entrevista de 21 minutos concedida no estúdio da Coluna Esplanada em Brasília.
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