domingo, 16 de fevereiro de 2014

Operadora virtual dos Correios funcionara em 2014

Atualmente, quando pensamos no nome dos Correios, a primeira imagem que surge na cabeça da maioria das pessoas é a do entregador de cartas. Mas a verdade é que esse serviço está em declínio e hoje corresponde somente a 50% do faturamento da estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Não é à toa, afinal de contas o serviço está em constante declínio — com cada vez mais pessoas utilizando serviços terceirizados e meios eletrônicos.


Pensando em manter o poder econômico, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos vai iniciar os trabalhos em novos segmentos, sendo que algum deles já começam a operar no final deste ano. Em novembro, por exemplo, uma parcela ainda não revelada das mais de 7.000 agências dos Correios deve começar a trabalhar com a venda de produtos relacionados à telefonia celular: o que inclui aparelhos e cartões de recarga.


Para o site G1, Antonio Luiz Fuschino (vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura dos Correios) revelou: "A gente está falando em faturar em torno de R$ 1,5 bilhão a partir do quinto ano". Ele ainda vai além e revela que "a operadora vai ser mais uma fonte de faturamento para que as receitas do mundo concorrencial superem as do mundo postal".


Uma operadora virtual de telefonia móvel



Para distribuir sinal e permitir que os consumidores utilizem os serviços da "Operadora Correios" — o nome ainda não foi revelado —, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está firmando parceria com o Grupo Poste Italiane, da Itália. A empresa estrangeira investirá 51% de um total de R$ 150 milhões completados pelos Correios. Esse dinheiro será utilizado para a criação de uma operadora virtual no Brasil.


Isso significa que a nova operadora venderá serviços para os consumidores, mas utilizará a estrutura de outras operadoras para funcionar — o G1 informa que já existem conversas com a Vivo, TIM e também com a Claro. Ainda não se sabe com qual das empresas o acordo será fechado — ainda mais porque a Anatel ainda não concedeu a autorização para a criação das redes virtuais. Será que esse projeto pode ser um sucesso?




A partir do final deste ano, os Correios do Brasil vão iniciar a expansão de seu portfólio de produtos relacionados à telefonia celular



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